Óculos Yoga para os Olhos - (Óculos Reticulados)
Exercícios para melhorar a visão e óculos terapêuticos

SUA HISTÓRIA
No final do século XIX, início do XX, o médico americano William Bates curava os mais diversos problemas oculares apenas com exercícios para os olhos e de relaxamento. Esse trabalho ficou esquecido por décadas até começar a ser recuperado por pesquisadores alternativos, como o Dr. Vander, autor do livro “Como enxergar bem sem usar óculos”. Mas na época, as verdades científicas eram intocáveis e esses estudados não mereciam qualquer consideração.
Mais recentemente, Meir Schneider recuperou esses exercícios utilizando-os para recuperar sua visão. A história de Meir é muito interessante: nascido com sérios problemas de visão, após diversas cirurgias foi considerado tecnicamente cego. Inclusive passou a receber a pensão que Israel paga aos deficientes visuais.
Não se conformando com isso, Meir batalhou a infância e a adolescência inteiras até descobrir os exercícios do Dr. Bates. Praticando com um afinco incrível, Meir foi melhorando e aos 21 anos tirou carta de motorista na Califórnia, sem qualquer restrição. E ainda mais: baseando-se nos exercícios físicos que desenvolveu em seu próprio tratamento, para acompanhar os exercícios visuais, Meir Schneider criou um excelente método de autocura, que hoje está espalhando pelo mundo. Esse método é apresentado, inclusive os exercícios visuais, no livro Manual de Auto-Cura, da Editora Triom.
Baseando-se em todas essas informações, um físico mexicano desenvolveu os óculos Yoga para os Olhos, que melhoram a visão imediata, de perto e de longe, e que funcionam de forma contínua para exercitar os músculos e nervos óticos.
Em 1980, esses óculos receberam menção honrosa no Congresso de Invenções de nova York.

INDICAÇÕES

E seus efeitos positivos já foram comprovados nos mais variados problemas de visão, como astigmatismo, cataratas (tratamento e pós-operatório). conjuntivite, estrabismo, falta de agudez cromática, hipermetropia, miopia, terçóis, vista cansada e diversos outros.
O tempo de correção das deficiências depende da natureza do problema, da utilização constante dos óculos, da prática de exercícios – visuais e de relaxamento e do estilo de vida da pessoa. Como diz o professor Ricardo Sim especialista em quiroacupuntura – nas mãos, “não existe doença incurável, existe sim estilo de vida incurável”.
Ou como afirma oftalmologista Laércio Motory: “Já examinei diversas pessoas que tem problemas muito sérios de visão e que enxergam muito melhor do que pessoas com problemas bem menores. Porque enxergar também depende da vontade e do equilíbrio emocional da pessoa”.

COMO FUNCIONAM
Os óculos Yoga para os olhos não têm lentes corretivas, apenas lentes perfuradas, e assim não necessitam de receituário médico. Mas sua utilização e a prática dos exercícios devem sempre ser acompanhados pelo oftalmologista.
Os raios movimentam-se com grande velocidade no interior do olho, através da córnea e do líquido do cristalino e do corpo vítrio até atingir a retina. Esta é revestida de receptores sensíveis à luz, os quais transformam os raios luminosos em impulsos elétricos. Os raios luminosos, ao incidirem nos olhos, são refratados e agrupados em um feixe para atingir o centro da retina. Porque está área é a parte mais sensível da retina e a que permite visão melhor e mais nítida.
Reduzindo a entrada dos raios luminosos, estes óculos permitem uma focalização maior exatamente no centro da retina, a área que ‘enxerga’ melhor. Ou como numa máquina fotográfica: quanto menor o diafragma maior a nitidez da imagem recebida.

COMO USAR

Os óculos Yoga para os Olhos devem ser usados sempre em locais de bastante claridade. No início, devem ser utilizados alguns minutos por dia e de acordo com adaptação esse tempo vai aumentando gradativamente até chegar a duas ou três horas diária. São excelentes para leitura, para assistir televisão, para computador, e também para sol. Seu uso continuado os músculos oculares, a circulação sanguínea e a mobilidade dos olhos.
Como limitam o campo visual periférico e dão uma distorção de profundidade, estes óculos não devem ser usados para dirigir motos ou automóveis.
Com bastante prática dá para andar normalmente na rua (se você não se preocupar com a surpresa das outras pessoas).
Essa limitação do campo visual periférico tem, no entanto, uma vantagem maior no uso normal destes óculos: a pessoa movimenta mais a cabeça e assim alivia os músculos oculares e principalmente relaxa os músculos do pescoço e dos ombros.
Algumas pessoas sentem algum desconforto quando começam a utilizar os óculos. Neste caso, devem tirá-los, descansar e recomeçar depois. Devagar, e sem ansiedade, praticamente todas as pessoas se acostumam.
E LEMBRE-SE VER BEM É VIVER BEM!